Resenha - Sale El Sol (Shakira)


Sale el Sol: Qualidade com originalidade. Fórmula que apenas Shakira consegue fazer sem perder o mérito do trabalho.

Antes de tudo, nada mais válido do que ressaltar que Shakira resolveu abandonar a postura de Diva POP fabricada que estava construindo com She Wolf para fazer algo que tivesse mais a sua cara. Ponto positivo. O álbum em si possui 12 músicas, um número razoável. Mas o CD conta com material bônus de músicas cantadas em espanhol. O que trouxe um efeito positivo e negativo simultâneamente. O lado bom disso, é que, óbviamente, aumenta o tempo de duração do álbum (álbum curto é sinônimo de ponto negativo para o mesmo). O lado ruim disso, é que deixa o CD com cara de repetitivo. O material bônus não envolve nada que seja novo, são simplesmente canções que já foram escutadas, com outra língua.

Outro ponto positivo para Shakira, o album é bem variado. Possui desde canções dançantes, como Loca, até baladas relaxantes como Lo que Más. Porém, as canções mais poderosas são as dançantes. Que valoriza o estilo que Shakira adotou que nós já estamos acostumados. As músicas em sua maior parte valorizam muito bem os poderosos vocais de Shakira, mas alguns trechos pareceram tão forçados que dão a impressão de não serem tão naturais como todo o resto.

Concluindo, Sale el Sol é simplesmente fantástico, com certeza, melhor do que o álbum antecessor, She Wolf, mas ainda sim, não sentimos a mesma qualidade dos albuns de estréia de Shakira, mas é com certeza absoluta que afirma-se que não irá falhar na hora de satisfazer os fãs e os amantes da música POP.

Canções Notáveis:

Sale el Sol - O álbum é aberto por uma balada que deu o nome do conjunto inteiro. Sale el Sol  (a música) é relaxante, e nos traz uma mensagem inspiradora. Além de ter um efeito um tanto quanto "viciante", principalmente nos primeiros dias com contato à música.

Loca - Feat. Dizzee Rascal - Logo depois de Sale el Sol (a música), quem dá as caras é o primeiro single do CD. Loca é um merengue dançante misturado com o Rap de Dizzee Rascal. A canção é super divertida e contagiante.

Gordita - Feat. Resident Calle13 - Mais uma vez, uma canção dançante. Gordita pode não ser a música melhor composta do álbum, mas ainda sim é uma das mais bem produzidas. Gordita conta com um rítimo diferente de Loca e/ou as outras canções dançantes do álbum, é puxada para um rítimo que pode ser caracterizado como Reggaeton.

Rabiosa - Feat. Pitbull - Rabiosa pode ser considerada a canção mais poderosa do álbum inteiro. Contém rítimo alá Loca, mas não deve nada a mesma. Shakira fez bem em escolhe-la como terceiro single do álbum.

Waka Waka (This Time for Afica) K-Mix - O hit mundial escolhido como tema da copa do mundo de 2010 também entrou no álbum, mas remixado. O remix em alguns pontos ainda consegue ser melhor do que a música original, mas mesmo assim, ambos estão no mesmo patamar de qualidade.

NOTA FINAL: 9.2/10 (Excelente)

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Resenha - The Fame Monster (Lady Gaga)


Lady Gaga resolveu trocar a sua imagem de Diva POP que caracterizou o antigo album, por algo mais sombrio. O que não necessariamente foi uma manobra benéfica.

The Fame Monster é simplesmente bizarro. Mas não isto não é considerável bem uma crítica. A maior parte do EP é sim, composta por músicas de qualidade, mas há alguns tropeços no produto final que prejudicam a performance completa do album. Antes de tudo, o EP da as caras com Bad Romance. Uma canção POP dançante poderosa, mas com composição fraquíssima. Apenas um mero detalhe que pode ser esquecido. Alejandro é relativamente mais calma do que a música anterior. É uma das músicas mais interessantes do album. Isto porque, realmente, não é uma canção ruim, mas lembra muito mais algo que Madonna faria, do que Lady Gaga. Talvez, até com maior exito.

Outras canções que merecem ser destacadas são Dance In The Dark e Speechless. Uma canção POP dançante e uma balada, respectivamente. Elas fazem parte do coração do album, isto por que, são as mais poderosas da obra. Monster é uma canção relativamente boa, mas um tanto quanto indiferente. Terminando o resumo das faixas do album, o EP termina com Telephone (feat. Beyoncé), So Happy I Could Die, e Teeth. Telephone é a canção mais festiva do album, é caracterizada por um rítimo mais dançante, porém, prova que o EP é relativamente fraco em participações, contando apenas com a ajuda de Beyoncé. So Happy I Could Die, e Teeth tiram toda a imagem positiva do album. São canções fraquissimas. So Happy I Could Die é uma canção de tempo intermediário, completamente ínspida, e sem graça. Teeth é mais festiva, ao mesmo tempo que é irritante e repetitiva. Um EP que poderia muito bem ser caracterizado por pequenos tropeções, que contariam como meros detalhes, foi completamente prejudicado por estas duas canções de término.

Mas deve ser lembrado, que, The Fame Monster em sua maior parte, é caracterizado por canções agradáveis. Apesar do clima gótico no geral, Lady Gaga ainda conta com a ajuda de batidas dançantes, divertidas, e empolgantes (EX: Bad Romance, Dance In The Dark e Telephone) ao mesmo tempo que conta com baladas que caracterizam muito os produtos POP atuais (EX: Speechless). Por fim, The Fame Monster caracteriza algo que satisfaria muito fãs de música POP e da Lady Gaga (óbviamente). Mas pode ser um tanto quanto indiferente para pessoas que procuram algo de boa qualidade.

Canções Notáveis*:

Bad Romance - O primeiro single, e a faixa que abre o EP, é uma canção Electropop (bem) dançante produzida por RedOne. A música conta com vocais poderosos de Lady Gaga, que parece ter caprichado na produção geral desta canção. Mas é prejudicada por uma composição de nível baixo.

Speechless -  É a única canção de tempo baixo do album. Basicamente, uma balada. A música lança um "pausa"  toda a euforia POP causada pelo resto das canções, com um clima sincero e aberto, por parte de Lady Gaga. É evidente, que se trata de uma canção verdadeira e sincera.

Dance In The Dark - Talvez, a música mais poderosa do album. E não estamos falando de um Single mundial. A canção foi aproveitada apenas como Single Promocional e nem ganhou videoclipe. É trágico, pois a canção é bem empolgante, e ainda sim, possívelmente, se destacaria melhor do que outros singles escolhidos pela cantora e pela gravadora.

Telephone - Feat. Beyoncé - A faixa electropop é a única que conta com uma participação, em relação ao EP inteiro. Pode não ser tão atraente quanto Dance In The Dark, ou Bad Romance, mas mesmo assim, ainda pode ser considerada uma canção notável em relação ao album.
* - Foram escolhidas apenas 4 canções notáveis, em virtude do pouco número de faixas do EP. (8 músicas)

NOTA FINAL: 7.5/10 (Bom)

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Resenha - Greatest Hits... So Far!!! (P!nk)



Greatest Hits... So Far!!! é uma coletânea que mostra como P!nk melhorou sua qualidade de produção sem precisar mudar a sua imagem.

11 Anos de carreira parece uma eternidade, mas ao escutar as músicas de Greatest Hits... So Far!!! fica evidente que P!nk vai ter muito mais para trazer. De início o album pode começar meio "sem graça", mas ao longo do álbum, as músicas começam a ficar melhores, mostrando que durante todo esse tempo, P!nk só foi adicionando elementos sensatos a seus produtos, a ponto de deixá-los ainda melhores do que os antecessores, com um detalhe: sem mudar o seu estilo, ou a sua imagem.

A coletânea é praticamente perfeita, a única coisa que incomoda é o número excessivo e desnecessário de palavrões em alguma música. Um detalhe pouco importante, se for comparado com todas as qualidades que a coletânea pode trazer. P!nk caprichou muito nas músicas inéditas também, Heartbreak Down é a mais interessante entre elas, pois mostra um rítimo mais dançante, e menos acústico, mais eletrônico, diferente do que estamos acostumados quando se trata de P!nk.

Por fim, Greatest Hits... So Far!!! é uma coletânea de dar inveja em outros artistas. Poucos terão a possibilidade de juntar tanta coisa boa em um só CD. Os defeitos do CD se baseiam apenas em alguns detalhes toscos, que não atrapalharão tanto em seu entretenimento.

Canções Notáveis:

Raise Your Glass - Poderiamos postar quase todo o album inteiro como "canções notáveis", mas é importante destacar melhor as novidades. Raise Your Glass é uma canção dançante, que lembra muito o grande sucesso de P!nk: So What? Digna do topo das paradas musicais, a música é um hino anto-bullying, assim como outras canções conhecidas de outras cantoras, como Firework de Katy Perry.

F**kin' Perfect - Agora P!nk conta com arranjos mais calmos. F**kin' Perfect tem quase a mesma mensagem do que a música anterior, porém, parece levar a um lado mais pessoal. A canção demonstra P!nk mais emotiva do que Raise Your Glass. Mas não leve isso como uma coisa ruim. É importante que as canções sejam sinceras e verdadeiras.

Heartbreak Down - Assim como já foi citado durante a análise, esta canção conta com o mais puro electropop, com produção menos acústica e mais dançante. É muito interessante como a canção explora bem os vocais de P!nk, principalmente no período do refrão. Vale a pena dar uma escutada antes de comprar a coletânea.

So What? - Não podemos ignorar a primeira canção de P!nk que alcançou o topo da parada Hot 100 da Billboard. So What? é simplesmente fantástica, é empolgante, dançante, engraçada e super divertida, além de demostrar algo que somente P!nk faria com tanta qualidade.

There you Go - Foi o primeiro single do album de estréia de P!nk, e não pode ser ignorado. É aqui que a carreira de P!nk começou, e esta canção merece nosso respeito, principalmente dos fãs. Apesar de não ter tantos méritos quanto as canções do album Funhouse, esta canção, como já foi escrito, merece o nosso respeito.

NOTA FINAL: 9.5/10 (Excelente)

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Resenha - Bionic (Christina Aguilera)


2010 foi um ano interessante para os amantes da música POP. Isto porque uma das grandes estrelas da década, estaria de volta na indústria. Tratava-se de Christina Aguilera.

Christina Aguilera marcou a sua volta com um album chamado Bionic. O album tem temática futuristica, e, como de costume, conta com forte apelo sexual. Bionic pode parecer bizarro quando se escuta pela primeira vez, mas ao longo do album, acabamos nos acostumando com a temática nova que Christina adotou. Quem é fã, sabe que Christina tem um gosto muito variado, e a cada album vem com um monte de surpresas que nunca teriamos pensado que sairia de Aguilera.  Algo que me pareceu interessante, foi a apresentação de Bionic. Isso pode ser considerado um detalhe minimo, mas é curioso, como a capa, e as ilustrações do album chamam a antenção.

O que não agradou muito em Bionic foi a temática sexual exagerada. Aguilera está muito vulgar neste album, e isso é algo desnecessário. Todos sabemos que Aguilera gosta de expor sua sexualidade como mulher, mas porém, quanto tudo fica exagerado, acaba ficando ruim. Algumas canções não passam da classificação de "Vulgares", e isso não é uma coisa boa.

Além disso, o album não tem um rítimo natural. No início, o album tem introdução com a música que dá o nome do album, Bionic. Está longe de ser uma canção ruim, mas ainda sim, parece que soa muito ínspido no ouvido para ser classificado como algo da qualidade que estamos acostumados, quando se trata de Aguilera. Após a introdução, as duas músicas mais poderosas do albm dão a cara. Not Myself Tonight e Woohoo com a participação de Nicki Minaj, respectivamente, tem um rítimo mais urbano. Ambas falam sobre o prazer do sexo, o que vai acabar se tornando muito repetitivo ao longo do CD.

Elastic Love, até Prima Donna (Faixas 4 a 8) caracterizam a parte de POP predominante do album. É de sentir a originalidade de Glam (Faixa 7), mas grande parte deste período do album, mais uma vez, é sobre puro sexo. Depois de Prima Donna, o álbum agora conta com um enorme período de Baladas sem graça e tediosas. Com exceção de You Lost Me, as outras poderiam muito bem não ter participado do CD. Em compensação All I Need é bem sincera, isso é positivo para a canção e para o album inteiro, pois Aguilera, sempre andou caprichando na sinceridade na hora de compor as canções. As três ultimas Faixas, voltam ao rítimo dançante, e desta vez, bem mais caprichado e interessante, pois caracterizam um período bem mais original, fugindo daquele apetite sexual insaciável, e apresentando boa qualidade da parte da produção.

Canções Notáveis:

Not Myself Tonight - O primeiro Single, lançado para promover o album é, de fato, uma das canções mais poderosas do album. A faixa conta com rítimo dançante e empolgante, além de aproveitar muito bem os vocais de Aguilera.

Woohoo - Feat. Nicki Minaj - Woohoo pode ser considerada a canção mais poderosa do CD. Ela conta com um rítimo urbano bem interessante, além de ser a canção com mais "nome", do album. Participações são benéficas, e neste caso não foi diferente. O que Aguilera fez de errado, foi ter mal aproveitado a canção e ter lançado-a apenas como Single promocional, sendo que esta poderia servir muito bem para um videoclip, ou até mesmo para ser o carro-chefe do album.

You Lost Me - A Balada mais bem produzida do album. É linda, e inspiradora, mas não tem o toque de sinceridade, que canções de seus albuns antecessores tem, como Beautiful (de Stripped), ou Hurt (de Back to Basics). Ainda sim, tem seus méritos.

My Girls - Feat. Peaches - My Girls é mais um daqueles hinos feministas que Christina Aguilera parece adorar. Pode não ser tão épica quanto Can't hold us Down, mas ainda sim é uma das canções mais bem produzidas do album. Conta com rítimo dançante e empolgante, mas explora pouco os vocais poderosos de Aguilera. Ainda sim, poderia servir como um single. Nem que fosse promocional.

Vanity - Originalidade é fundamental hoje em dia. Christina Aguilera abusa de uma personalidade arrogante, mas divertidissima. A canção conta com ritimo dançante e empolgante, que caracteriza o final do album. Vanity, provalmente foi usada para encerrar Bionic com chave de ouro.

NOTA FINAL: 7/10 (Bom)

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Entenda como os albuns são avaliados!

Se está tendo dúvidas de como os albuns são caracterizados com suas respectivas notas, leia este esquema preparado para que, possívelmente, sanar todos os problemas que esteja tendo com a leitura das resenhas postadas no site.


0 (Abismal) - Esta nota caracteriza o album que não deveria ter saído do papel.
1 a 1,9 (Horrível) - Um album bem mal feito. Pense bem mais de 2 vezes antes de comprar um album desses.
2 a 2,9 (Péssimo) - Caracteriza uma obra dispensável, indiferente quanto aquisição.
3 a 3,9 (Ruim) - Uh-Oh. Se este tipo de produto tem pontos positivos, com certeza, só servem para enfatizar os negativos.
4 a 4,9 (Vergonhoso) - Discutível, ao mesmo tempo que pode agradar a uns, pode desapontar muito outros.
5 a 5,9 (Mediocre) - Um produto que deu um "escorregão" em seu resultado final.
6 a 6,9 (Regular) - Uma nota de um album que não traz surpresas, mas ainda tem seus pontos positivos.
7 a 7,9 (Bom) - Um album longe de ser ruim, mas que não trará muitas surpresas ao consumidor.
8 a 8,9 (Ótimo) - Caracteriza um album agradável, que cumpre bem seu papel como produto.
9 a 9,9 (Excelente) - Um album quase divino, essa nota caracteriza um album mais do que bem feito.
10 (Perfeito) - Uma nota rara, que poucos artistas verão ao longo de sua carreira.

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Resenha - LOUD (Rihanna)



Depois do contraditório "Rated R", Rihanna resolve dar a volta por cima, esquecer dos problemas envolvendo Chris Brown, e lançar LOUD, um album festivo, e super divertido.

LOUD é um album em tanto, está recheado de canções poderosas e viciantes, além de um conceito super original. Desde o anúncio, Rihanna afirmou que queria fazer algo com a cara dela, e não algo que Ke$ha ou Gaga fariam, como o modismo deseja que seja. Realmente, ela conseguiu o feito. As canções de LOUD tem o selo de qualidade "Rihanna", pela sua originalidade e qualidade.

LOUD é um album que elimina as contradições de Rated R e investe em algo suave. Todo aquele clima macabro e de música "negra" que caracterizaram o último CD, foram deixados para trás, para investir em uma Rihanna mais festiva, de bem com a vida. Um exemplo disso, é a canção "What's My Name" com a participação de Drake. É evidente a felicidade de Rihanna ao longo da canção. Only Girl (In The World) também é uma canção interessante. Ela abriu a promoção do álbum com elementos techno, até então desconhecido pelos albuns de Rihanna lançados ao longo de sua carreira. Participações é algo que não falta em LOUD. Rihanna contou com o apoio de Drake, Nicki Minaj e Eminem. Além do time de produtores do Stargate, Alex Da Kid e Pollow Da Don.

LOUD porém, não é um album perfeito. Apesar da imagem de festividade que tenta trazer, algumas das canções parecem mostar uma Rihanna mais "ínspida". Rihanna poderia ter apostado em canções mais felizes, para realmente enfatizar o que ela tenta trazer com este album. Como se isso não bastasse, LOUD é um album relativamente, muito curto, com apenas 11 músicas, pessoas que gostam de variedade poderão se enjooar facilmente com o album.

Canções Notáveis:

S&M - O Álbum já é apresentado com uma canção viciante e super divertida relativa ao sadomasoquismo. A canção é uma das mais festivas do album, e conta com os novos elementos Techno que Rihanna experimentou no album. Quem se prendeu as raízes de Rihanna, pode se surpreender com a atitude mais vulgar e matura da cantora.

California King Bed - California King Bed, é uma canção de clima acústico, com elementos do rock, que parece que não vão ser deixados para trás tão cedo. Desde Good Girl Gone Bad, esse tipo de elemento vem sendo incorporado nos albuns de Rihanna. E de forma, muito bem feita. A canção conta com composição forte caracterizada com um clima de tristeza, porém inspirador.

Man Down - Man Down parece voltar as raízes de A Girl Like Me com um estilo puxado para o Reggae, porém, com elementos sensatos que foram descobertos ao longo da carreira de Rihanna. A canção é divertida, mesmo que sua composição envolva a história de uma tragédia. Um feito curioso feito pelo time de produtores envolvido, e Rihanna, obviamente.

Skin - É a canção mais longa do album. Conta com 5:03 min sobre puro sexo! É uma canção mais calma, mas não chega a ser uma balada. Skin, conta com instrumentais de guitarra misturados com sintetizadores eletrônicos, de fato, uma produção curiosa.

Love the Way you Lie (Part II) - Feat. Eminem - Para alguns, essa canção não pode parecer algo muito novo. Trata-se de uma nova versão do Mega Hit "Love the Way you Lie" de Eminem, porém com vocais predominantes de Rihanna. É uma versão mais lenta do que a original, mas não deve em nada em termo de qualidade.

NOTA FINAL: 9/10 (Excelente)

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